sábado, 26 de setembro de 2009

1ª Música que Paul tocou quando conheceu Lennon



Cultura Beatle:

Amigos, tô lendo a biografia do Beatles (Bob Spitz)... bom demais! Segue a primeira música que Paul tocou quando conheceu Lennon. Segundo o livro, Paul impressionou Lennon tocando essa canção logo após um show que Lennon acabava de dar. Pra quem não sabe, John que montou a banda (Quarrymen) primeiro, depois Paul foi chamado pra compor a banda, visto que Lennon ficara impressionado com a performance dele no violão.

Paul tocou as seguintes músicas:

Twenty Flight Rock - Eddie Cochran
Be-Bop-A-Lula
Tutti Fritti, Good Golly Miss Molly e Long Tall Sally

Segue a música do Eddie Cochran e a foto acima que foi tirada 15 minutos antes desse que foi o maior encontro do século!

Abraços Beatlemaníacos,





sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Os Beatles e a faixa de pedestres mais famosa do mundo

 

Cruzamento ganhou fama ao figurar na capa do último disco dos Beatles.
 

 Foto: Divulgação

 

A faixa de pedestres mais famosa do mundo fica no final de uma rua que tem em torno de 1.500 metros de extensão – mais precisamente, na esquina das ruas Abbey Road com Grove End, em Londres. Foi esse cruzamento que os Beatles eternizaram na capa do último álbum gravado pelo quarteto e lançado em 26 de setembro de 1969, "Abbey Road"  – mesmo nome do estúdio onde os Fab Four gravaram a maior parte das suas músicas. 

A rua Abbey fica entre os bairros de Kilburn e St. John's Wood, e a origem do seu nome se perdeu na memória. O livro "Old and new London" ("Antiga e nova Londres"), de 1878, diz que o nome provavelmente vem de uma capela instalada no centro da vila de Kilburn. A vila foi incorporada à cidade à medida em que Londres cresceu no sentido noroeste, mas o nome da rua se manteve. Além dos estúdios, ela dá nome ao banco Abbey, que foi fundado em uma igreja batista também em Abbey Road, no século XIX.

 O cruzamento fica a poucos minutos de caminhada da estação de metrô de St. John's Wood, na Jubilee Line. Dentro da estação fica o "Beatles Coffee Shop", mistura de café e loja de souvenirs da banda. O estabelecimento foi comprado há três anos pelo casal Richard e Irina Porter.

Richard também é guia turístico especializado em Beatles, e escreveu o "The Official Abbey Road Cafe Guide". O livro, que mostra os principais lugares que os beatlemaníacos devem visitar, está esgotado. "Mas estamos preparando uma nova tiragem", avisa Richard, em entrevista por telefone ao G1.

Ele conta também que não há nenhum evento programado para este sábado, em comemoração do aniversário de 40 anos de lançamento de "Abbey Road", o álbum. "Nós já fizemos uma comemoração neste ano, no dia 8 de agosto, que marcou os 40 anos em que a foto com os Beatles foi tirada", explica. O evento reuniu mais de 1.000 fãs, uma banda cover (Sgt Pepper's Only Dart Board) e o próprio Richard, segurando a capa do álbum, além de 15 equipes de TV e inúmeros fotógrafos.

Monumento

Saindo da estação de metrô, o fã que quiser ter sua própria foto atravessando a faixa de pedestres deve virar à direita, acompanhando a rua Grove End. Três quadras depois, vai se deparar com um monumento em um cruzamento – é ali que fica a Abbey Road.

O monumento branco, adornado por uma estátua de uma mulher nua, é uma homenagem ao poeta Edward Onslow Ford, morto em 1901 e morador da região. A estátua é uma réplica da imagem da Musa da Poesia, que Onslow esculpiu para adornar o túmulo do poeta P. B. Shelley.

O cruzamento tem um trânsito movimentado, o que não impede os fãs de continuarem atravessando para tirar fotografias como os Beatles. Na esquina, fica um conjunto de apartamentos chamado Abbey House – a região é predominantemente residencial, e foi um dos primeiros "subúrbios" de Londres, começando a ser ocupada dessa forma a partir do século XIX.

Em frente ao monumento ficava uma placa indicando a rua, mas a prefeitura a removeu em 2007, porque era grafitada e roubada constantemente. A placa agora está sendo leiloada no site eBay, e o dinheiro arrecadado será usado na manutenção das ruas da região.

Estúdios

Ao lado da Abbey House está um muro branco cheio de rabiscos. Ali fica o complexo de estúdios Abbey Road. As mensagens e desenhos deixados pelos fãs dos Beatles não ficam expostas para sempre, porque o muro é repintado com frequência. Além disso, os estúdios mantêm uma webcam ligada durante 24h, apontada para faixa de pedestres, que pode ser acessada pela internet.

O complexo de estúdios ocupa uma casa georgiana, construída em 1831, e adquirida pela Gramophone Company em 1931. Abbey Road tem três estúdios, baseados no tamanho dos grupos usados para executar peças de música erudita. O Estúdio Um comporta uma orquestra sinfônica inteira, o Estúdio Dois tem espaço para uma orquestra de 35 peças e no Estúdio Três é possível acomodar um pequeno grupo de câmara.

No mesmo ano em que os estúdio foi inaugurado, a Gramophone Company se fundiu com a Columbia Gramophone Company, criando a Electrical and Musical Industries, ou EMI. No dia 6 de junho de 1962, os Beatles pararam pela primeira vez na frente do estúdio, para uma sessão de gravação com George Martin, que se tornaria o produtor e fiel escudeiro (ao menos nos assuntos sonoros) dos Fab Four. 

Saiba mais

A gravação era um teste, conseguido pelo empresário do grupo Brian Epstein. A banda veio de Liverpool de carro, dirigido pelo amigo Neil Aspinall, e ficou meia hora procurando pelo estúdio. Não havia nenhuma placa indicando o local, mas o motorista resolveu estacionar ali. "Tem que ser esse o lugar", teria dito. "Isto é uma casa!" teria retrucado Pete Best, então baterista da banda.

Depois de serem aprovados por Martin e contratados pela EMI (com a condição de trocar Best pelo baterista Ringo Starr), os Beatles transformaram Abbey Road em seu quartel-general de gravações. Mais de 90% do material do quarteto foi gravado ali.

Pioneirismo

Mas os Beatles não foram os pioneiros do rock no estúdio dedicado inicialmente à música erudita. Em 1958, Cliff Richard gravou ali a faixa "Move it", considerado o primeiro compacto de rock 'n' roll produzido na Europa.

Apesar de não terem sido os primeiros no rock, os Beatles usaram o estúdio como instrumento para outra revolução – a psicodelia. A partir de meados da década de 60, deixaram de excursionar e começaram a fazer experimentos no estúdio.

Faixas como "Tomorrow never knows" e "Strawberry fields forever" exploravam todas as possibilidades de Abbey Road – mesmo que na época as mesas de gravação tivessem apenas quatro canais. "A day in the life", última música do disco "Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band", contou com uma orquestra de quarenta peças, aproveitando o espaço do Estúdio Um.

Depois da experiência fracassada do projeto "Get back" inventado por Paul McCartney (que acabou virando o disco "póstumo" "Let it be") em 1969, os Beatles voltaram à Abbey Road para gravar seu último álbum.

 'Everest'

O nome original de "Abbey Road", o álbum, seria "Everest", inspirado na marca de cigarros que o engenheiro de som Geoff Emerick fumava. Eles chegaram a pensar inclusive em pegar um jato particular e viajar até a montanha mais alta do mundo para fazer a foto de capa.

Mas o stress entre os integrantes perto do fim do grupo favoreceu a abordagem mais prática. "Vamos lá fora, tiramos a foto, chamamos o LP de 'Abbey Road' e assunto encerrado" foi o pensamento comum, segundo o biógrafo Bob Spitz em seu livro "The Beatles".

A foto foi tirada no dia 8 de agosto, auge do verão inglês, perto das 10h da manhã. Paul havia feito alguns esboços para um foto simples, com os quatro atravessando a faixa de pedestres perto do estúdio. Tirando George, vestindo jeans, todos os Beatles usavam terno naquela manhã. Estacionado no meio-fio estava um Fusca, no enquadramento da foto. Um policial tentou tirá-lo dali, sem sucesso.

Antes da última foto – foram seis no total, e a sessão durou apenas 15 minutos – Paul tirou a sua sandália e acendeu um cigarro. "O dia [estava] quente... Eu não sentia vontade de ter nada dos pés", lembraria ele mais tarde. A imagem virou um ícone, não só para os fãs mas para toda a cultura pop, suscitando centenas de paródias ao longo das décadas seguintes – mesmo destino da capa de "Sgt Peppers".

Pós-Beatles

Além da faixa de pedestres, o nome do álbum ajudou a tornar definitivamente famoso o estúdio. Artistas como Oasis, Radiohead, Red Hot Chili Peppers e Nick Cave se juntaram aos Beatles e ao Pink Floyd (que gravou seu álbum de estreia ao mesmo tempo em que os Beatles preparavam "Sgt Peppers") na lista de artistas que gravaram em Abbey Road. O rol inclui também brasileiros, como Roupa Nova, além de outros que masterizaram seus álbuns lá, como Cachorro Grande e Skank.

O estúdio se modernizou de diferentes maneiras, incluindo equipamentos de gravação digital e um serviço especial – a masterização on-line. Qualquer artista pode enviar as faixas de seu disco para serem masterizadas em Abbey road pela internet.

Os preços são um pouco salgados, mas não abusivos – um CD custa em torno de 90 libras por faixa (R$ 258), e a masterização fica pronta em no máximo cinco dias úteis. Só fica faltando a capa – mas isso, só viajando para Londres mesmo.

Fonte: http://g1.globo.com

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Beatles vendem 2,25 milhões de discos em cinco dias

Foto: AP

Os Beatles durante apresentação no 'Ed Sullivan Show' em 1964. (Foto: AP)

Quase 40 anos depois de se separar, os Beatles ainda quebram recordes de vendas de discos. A EMI disse nesta terça-feira (22) que mais de 2,25 milhões de álbuns do quarteto de Liverpool foram vendidos na América do Norte, no Japão e no Reino Unido em cinco dias desde o lançamento do catálogo remasterizado dos Fab Four pela gravadora em 9 de setembro.

Na parada pop da Billboard, os Beatles têm 16 títulos entre os 50 mais vendidos, incluindo 14 CDs remasterizados e duas caixas.

Para o relançamento da obra, uma equipe de engenheiros do estúdio Abbey Road, em Londres, passou quatro anos trabalhando com equipamentos antigos de estúdio para manter a autenticidade e a integridade das gravações analógicas originais.

O lançamento do catálogo remasterizado da banda inglesa coincide com a chegada às lojas do jogo "The Beatles: Rock Band".
 

 

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Beatles são mais populares que Jesus no Google

Foto: Divulgação 

Os Beatles. (Foto: Divulgação)

Usando a ferramenta Google Trends, que compara as palavras mais buscadas no Google, o jornal britânico "Daily Telegraph" fez um teste curioso, confrontando os termos "Beatles" e "Jesus".

O jornal descobriu que, durante o mês de setembro – com o lançamento do game "The Beatles: Rock band" e da caixa com os discos remasterizados da banda – os Beatles foram mais populares que Jesus, pelo menos nas pesquisas do Google. O quarteto teve quase o dobro de pesquisas do que o messias cristão durante o mês.

A comparação foi motivada por uma frase de John Lennon de 1966, onde ele dizia "não sei p que vai passar primeiro, o rock ou o cristianismo... nós somos mais populares que Jesus no momento".

A frase enfureceu milhares de fãs cristãos (especialmente nos EUA), que chegaram a fazer reuniões para queimar discos da banda. Lennon chegou a se desculpar mais tarde: "Me desculpem por ter dito isso. Eu não quis que isso parecesse um libelo anti-religioso", admitiu, na época.
 

 

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Músicos brasileiros regravam Beatles para celebrar 40 anos

Foto: Divulgação
 
Projeto 'Beatles'69' contou com a participação de 63 artistas. Milton Nascimento fez dueto póstumo com Elis Regina. Em 2008, ele reuniu um time de mais de 90 artistas da música brasileira para comemorar os 40 anos de lançamento de  "The Beatles", clássico da banda conhecido como "Álbum branco". Agora, menos de um ano depois, o produtor e pesquisador musical Marcelo Fróes volta a escarafunchar o baú dos Fab Four para resgatar todas as canções de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr nascidas em 1969 e produzir uma nova homenagem a outro quarentão, o disco "Abbey road", o último e mais vendido do quarteto.

"Muita gente se queixou comigo por não ter participado da homenagem ao 'Álbum branco'. Me perguntavam se iria fazer algo semelhante de novo. Isso acabou me motivando. Então, surgiu o projeto 'Beatles'69'", explica Fróes, jornalista e produtor musical, fazendo questão de ressaltar que não se trata de um tributo, mas, sim, de um "estudo de repertório".

Ao todo, 63 artistas participaram da empreitada, que foi transformada em três CDs de 21 faixas cada um - todas gravadas em inglês. O elenco inclui Ivan Lins, João Donato, Paula Morelenbaum, Frejat, Detonautas, Capital Inicial, Jota Quest, Ultraje a Rigor e Wanderléa, entre outros.

Fróes conta ainda que cada artista licenciou por conta própria a sua música, o que acabou baixando sensivelmente os custos do projeto, que deve ser lançado até o final deste mês de maneira independente.

"Praticamente todo mundo que foi contatado topou participar, com exceção de alguns casos raros de desistência por problemas de agenda", diz o produtor. Para ele, uma ausência foi mais sentida.

"Teríamos Sá, Rodrix & Guarabyra, mas, infelizmente, isso não pôde ser possível", lamenta Fróes, referindo-se à morte do cantor e compositor Zé Rodrix, em 22 de abril deste ano, aos 61 anos. "Mas, numa próxima oportunidade, Sá & Guarabyra vão participar", afirma.

O projeto ainda traz algumas curiosidades, como o encontro virtual entre Milton Nascimento e Elis Regina na faixa "Golden Slumbers/Carry that weight" e a gravação da música "How d' you do", de Paul McCartney, na voz de Mallu Magalhães. A canção foi engavetada pelo ex-Beatle, em 1969, e permancia inédita até agora. 

Sotaque nordestino

A paixão pelo conjunto inglês também fez com que dois dos mais conhecidos cantores brasileiros participassem do projeto: o paraibano Zé Ramalho, que regravou "Another day" (esta já da fase solo de McCartney, porém composta em 1969 quando o músico ainda era um integrante da banda); e o cearense Fagner, com uma releitura de "The long and winding road".

"É a realização de um sonho. É uma música que eu sempre cantei a vida toda. Cheguei a fazê-la ao vivo algumas vezes, sozinho, ao piano. Finalmente tive a oportunidade de gravá-la. Fiquei muito feliz em participar", comemora Fagner.

Zé Ramalho, que recentemente dedicou discos inteiros a Raul Seixas, Luiz Gonzaga e Bob Dylan, explica que sente "um prazer muito grande" ao regravar canções. E revela seus métodos. "Procuro sempre colocar elementos de MPB e de música do Nordeste, como sanfonas, além da minha interpretação pessoal". E por que "Anoter day"?

"Assim como 'Eleanor Rigby', essa canção fala sobre pessoas solitárias, que têm uma história triste, esperando que algo aconteça e lhes tire desta solidão. São coisas com as quais me identifico muito", explicou o cantor, que não descarta a possibilidade de um projeto "Zé Ramalho canta Beatles". "É uma idéia que estou amadurecendo", diz, fazendo mistério. 

Novos ângulos

O capricho com a produção também pode ser percebido na arte do projeto. Todas as fotos que ilustram as capas dos CDs foram concebidas pelo designer Ricardo Leite, seguindo um conceito que deve agradar aos fãs da banda.

 "Quem nunca visitou Abbey Road, não sabe como é a rua londrina [onde fica o estúdio homônimo que está na capa do disco original] por outro ângulo. Por isso, resolvemos retratar o lugar de maneiras diferentes: a versão clássica da capa original, com pequenas atualizações sobre a fotografia de Iain MacMillan; a visão oposta à da foto dele; e o que os Beatles estariam vendo quando atravessavam a rua na hora da foto", explica Leite
 

domingo, 13 de setembro de 2009

Beatles devem dominar paradas britânicas novamente com remasters

Foto: Divulgação 
 
Os Beatles parecem prestes a dominar as paradas britânicas novamente nesta semana. Com o lançamento de versões remasterizadas dos álbuns da banda, que foram postos à venda na quarta-feira (9), e um videogame interativo, espera-se que os Fab Four ocupem cinco posições entre os Top 20 e induzam a um breve retorno da "Beatlemania", com filas nas grandes lojas de Londres.
 
A Companhia Oficial das Paradas disse que 15 álbuns da banda devem ficar entre os 75 mais vendidos até domingo (13). A empresa ainda previu que os relançamentos de "Abbey Road" e "Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band" serão os mais vendidos. "Esses resultados para os relançamentos indicam que a 'Beatlemania' está viva e vai muito bem", disse o diretor-gerente Martin Talbot. "Ainda temos três dias de vendas para contabilizar, mas já está claro que o apelo duradouro dos Beatles não dá sinais de diminuir."
 

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Paul McCartney diz que quer músicas dos Beatles disponíveis para download

Foto: AP

 

O ex-beatle Paul McCartney quer que as músicas do grupo de Liverpool sejam disponibilizadas para download. O problema, segundo o cantor, baixista e compositor dos Fab Four, é a gravadora EMI.

As músicas da banda estão fora dos sites oficiais de download há tempos, mas Macca espera que a venda do jogo "The Beatles: Rock Band" seja o primeiro passo para "resolver a situação".

"Tivemos alguns problemas com o iTunes – bem, não com o iTunes exatamente, mas com a EMI", disse o músico em entrevista ao semanário britânico "NME". "Gostaríamos de ter nossas canções na internet porque essa é a forma pela qual muita gente procura música atualmente."

A resistência da gravadora, no entanto, parece estar sendo superada com a chegada do quarteto à era dos videogames. O lançamento do jogo "The Beatles: Rock Band" acontece nesta quarta-feira (9), junto com a chegada às lojas de todo o catálogo remasterizado do grupo. Na entrevista, McCartney disse que ainda não testou o novo game, mas que "parece difícil", pelo que viu em demonstrações.

Na opinião do músico, o lançamento vai servir não só para baixar legalmente as canções do quarteto de Liverpool, mas para fazer sua música chegar às gerações mais jovens.

"The Beatles: Rock Band" chega ao mercado com 45 canções e um preço mínimo de US$ 60. A entrada da banda no mundo dos jogos eletrônicos é um dos eventos mais esperados do ano no setor. O produto recebeu a aprovação de McCartney e do baterista Ringo Starr e das viúvas de John Lennon e George Harrison.

Aos 67 anos, o artista reconhece que tem dificuldades com as tecnologias atuais, mas disse que há um momento no qual "ou você se adapta à vida moderna, ou não se adapta".

"Não sou um dinossauro. Provavelmente resisto à maioria das tendências até que penso: 'Vou testar'. Esta coisa do 'Rock Band' é algo parecido, porque não jogo videogames", explicou.

Sir Paul entende que os puristas não veem com bons olhos que a música dos Beatles faça parte de um videogame, mas disse acreditar que "Rock Band" fará com que os mais jovens conheçam melhor o grupo.

"O jogo fará a música dos Beatles chegar a gente que talvez não a tenha escutado nunca, porque estão jogando todo o tempo, não ouvem rádio e não têm uma coleção de discos."